O
abraço fraterno do Pinguim
Ubuntu
Linux, solidariedade, cooperação e inclusão digital no Brasil.
Camaradas,
Há
muitos dias que não posto nenhum texto aqui por total preguiça e
displicência, mas redimo-me agora escrevendo sobre algo pouco
diferente das crônicas postadas preteritamente. Eu vou falar de
pinguins!
Falar de
pinguins? Sim, uma espécie de pinguim que não precisa
necessariamente viver nas zonas austrais mais gélidas: o Linux!
Aproveitando
o clima de celebração pelos 20 anos de sua existência, senti a
necessidade de compartilhar minha experiência como usuário Linux
porque não aguento mais meus amigos e conhecidos perguntando e
repetindo besteiras do tipo: “Linux é feio e difícil de usar”
ou me recriminando porque uso o pinguim.
Muitas pessoas só tiveram a oportunidade de ver esse sistema operacional (SO) funcionando uma
única vez, quando compraram seus computadores mais baratos – pois
como o sistema é gratuito,o preço final de máquinas que o utilizam
pode ser substancialmente mais barato do que aquelas que rodam o
Windows 7-- e logo o desinstalaram para usar a versão pirata do
Windows e seus aplicativos.
Bom, para
início de conversa, quando se elege comprar um computador sem
sistema operacional embarcado ou com o Linux-- esses que são vendidos
em grandes redes de supermercados ou lojas de departamentos--assumimos a responsabilidade de instalar um sistema que mais nos
apeteça ou melhorar e aperfeiçoar aquele que acompanha a máquina.
Aí
reside o problema, considerando que para baratear custos empresas
como a CCE Info, por exemplo, que não vendem computadores sem
sistema operacional, oferecem a pior versão de Linux possível,
deliberadamente constituída para executar operações mais básicas.
Por conta
disso, o mito do pinguim como alternativa de baixa qualidade e de
difícil uso vai tomando corpo, levianamente. Quero vos dizer agora,
que o Linux não é feio, não é difícil e faz tudo com igual
eficiência que o Windows ou Mac, basta saber escolher a distribuição
que se adapte melhor ao seu perfil.
Amigos,
vamos deixar claro as coisas aqui: assim como existem diversas
versões do Windows: XP, Vista, Seven, etc, há uma enormidade de
empresas desenvolvedoras e distribuidoras de Linux que oferecem
gratuitamente, ou NÃO, versões que atendem às infinitas
necessidades de cada cliente. São as famosas distros.
Eu uso o
Ubuntu Linux, desenvolvido pela Canonical, mas já utilizei Fedora,
OpenSuse, Mandriva, Linux Mint , e suas variantes, e me sinto
bastante satisfeito com a minha escolha final.
Assim
como existe fanatismo religioso, esportivo e político, também há o
fanatismo tecnológico. Sabemos que usuários de Mac julgam que seus
produtos são melhores. Os defensores do Windows –que ,em
geral, são menos devotos-- dizem que seu sistema é mais funcional e
estável.Existem também os linuxistas radicais.
Apesar de
ser entusiasta e usuário Ubuntu, não poderia, jamais, deixar de
reconhecer os méritos do Windows Seven, que é sim um excelente
sistema, mas não me atende de forma tão conveniente como o Ubuntu o
faz.
Cada qual
escolhe na vida uma causa a seguir, uma ideologia que se lhe
apresenta mais coerente, algo que o faça sentir diferente, único e
a questão do Linux, pelo menos para mim, passa por esse viés, o
viés da liberdade incondicional e irrestrita.
Usar
Linux pode ser, além de uma escolha conveniente e pessoal, uma
escolha política, na medida em que o indivíduo, de forma
consciente, decide utilizar uma plataforma aberta e democrática, por
essência globalizadora, globalizante e, de fato, ferramenta legítima
de inclusão digital.
Afinal, o que é o Linux?
O Linux é o núcleo ,a base, de sistemas operacionais de dezenas de
distribuições, geralmente 100% gratuitas e abertas. Isso quer dizer
que qualquer um pode usá-lo sem pagar pela licença, alterá-lo
conforme lhe aprouver e distribuí-lo como e quando quiser, para quem
melhor lhe pareça.
O sistema é identificado por
um pinguim cujo nome é Tux. O Tux aparece como personagem de vários
jogos e softwares nativos e sua figura mais conhecida é a que
é retratado ,sentado, como se estivesse olhando para sua cara e
sorrindo, desafiando-o a ser mais livre e feliz.
Existem muitas distribuições do Linux, de várias procedências e
apropriadas para usos distintos. Como já disse, sou usuário do
Linux Ubuntu e o utilizo absolutamente para tudo: trabalho, diversão,
e muitas futilidades.
Para ser bem sincero, o Ubuntu é o meu maior passatempo ultimamente
e tentar decifrá-lo, personalizá-lo é uma delícia. Perco dias e
madrugadas com ele. Cada qual com sua loucura, não é mesmo?
O Ubuntu Linux, ou simplesmente Ubuntu, é um sistema esteticamente
lindo, funcional e atende às minhas necessidades de uma forma muito
confortável.
Eu, conforme já foi dito, não tenho absolutamente nada contra o
Windows, aliás, até gosto do Seven, mas há uma série de
razões que me deixam mais cômodo por aqui.
Primeiro, aqui eu não preciso me preocupar em comprar licenças tão
logo uma versão nova chegue às lojas e não corro o risco de deixar
minha máquina desatualizada.
Segundo, como a quantidade de usuários e a engenharia do sistema é
mais robusta e segura do que a dos concorrentes, eu não me preocupo
em usar antivírus.
Além disso, ele vem com tudo o que é preciso para o uso ordinário.
Reconhece, na maioria esmagadora dos casos, todos os hardwares
de sua máquina e não lhe toma horas a fio instalando aquela
quantidade enorme de programas antes de pôr seu computador em
funcionamento.
Companheiros, não quero proselitar ninguém
à causa Linux, mas aqui tudo é possível! Você gosta de assistir
filmes no seu computador ou escutar seus CDs prediletos? Aqui você
pode! Tem escritório, está preocupado com textos e planilhas? Sua
solução é o LibreOffice, suíte de aplicativos para criação de
textos, planilhas, apresentações, criação de banco de dados e
desenhos.
Pode-se usar a internet para
assistir vídeos no YouTube, descarregá-los ou ripá-los em MP3.
Conhecer gente nos bate-papos, fazer
transações bancárias com total segurança,
descarregar vídeos via torrents ou
compartilhar arquivos no Amule, versão open source
do Emule.
Há programas para tudo que você queira fazer!
Tudo que o Microsoft Office executa
ele também faz, só que você não precisa pagar à parte pela
licença, é uma cortesia do Ubuntu, aceite-a e desfrute! - Estou
animado e parecendo marqueteiro da Canonical
,agora. Risos
Eu posso usar o MSN-- num mensageiro alternativo--, Skype, gravar
discos e usar toda a linha de produtos Google e Mozilla, só que de
uma forma mais eficiente e rápida. Neste momento, estou escrevendo
e o Ubuntu acaba de me informar que sincronizou este texto numa
nuvem.
Esse cara ficou louco? Não, calma!
Vou explicar: o Ubuntu oferece gratuitamente aos seus usuários um
sistema de tutela preventiva de arquivos em seus servidores. Enquanto
você está escrevendo, salvando músicas ou fotografias, ele vai
sincronizando seus arquivos em uma pasta na internet, nas nuvens ,
como se convencionou chamar. É o tal do Cloud Computing!
Este serviço é oferecido
gratuitamente por um aplicativo chamado Ubuntu One.
O usuário tem até 5 GB para salvar seus arquivos nos servidores da
Canonical, sem custo algum.
Caso você necessite de mais espaço poderá comprá-lo conforme suas
necessidades. Vamos combinar que 5 GB é um tamanho razoável e o
melhor é que depois que se autoriza o serviço, é só relaxar e
aproveitar a benesse.
A
caminhada do Pinguim
Se você chegou até essa parte do texto é bom que saiba ou relembre
de algo importante: eu não sou analista de sistemas nem
desenvolvedor de software, sou apenas um jornalista blogueiro e
usuário do Ubuntu Linux, portanto o que está registrado aqui
são só impressões construídas através dos anos e não o reflexo
de um estudo técnico e nem tem pretensão de sê-lo.
Sou um usuário final do sistema falando para outros. Em resumo,
seria uma conversa de comadres hi-tech.
Vamos lá: a primeira versão do Linux foi oferecida aos usuários em
1991 pelo finlandês Linus Torvalds, então estudante de engenharia
de sistemas que, na verdade, só se constituía do Kernel, ou
núcleo básico do sistema, a base para que engenheiros e
programadores desenvolvessem softwares e aplicações que
rodassem a partir do núcleo central que tem seu código
completamente aberto para essas finalidades.
Isso quer dizer, de uma maneira muitíssimo rasa, que Torvalds possibilitou ao mundo da informática ,em 1991, uma espécie de
“loteamento com infraestrutura básica para moradia” ou uma “laje
pronta, esperando pela suspensão de suas paredes”.
A partir dessa base foi possível desenvolver as primeiras versões
de um sistema operacional constituído, naquela época, ainda em
linha de comando.
Calcula-se, segundo dados das organizações Linux Counter e
Distro Watch , que aproximadamente, 30 milhões de máquinas
rodem distribuições de Linux no mundo inteiro.
Eu observei que muitas publicações sobre o tema aplicam este dado
ao número de usuários e não ao número de máquinas, erroneamente.
Levando-se em consideração os dados estatísticos divulgados pelas
instituições citadas, o número de usuários pode ser
exponencialmente maior.
Lembremo-nos que um computador , na
maioria dos casos, é compartilhado por muitas pessoas, por uma
família e, por conta disso, o número de linuxistas
pode chegar tranquilamente aos 50 milhões de almas.
Ainda, segundo dados apurados ,das fontes já citadas, o Brasil ocupa
o quarto lugar em número de máquinas registradas e , portanto, de
usuários. Estariam na nossa frente Estados Unidos, Alemanha e
Itália. Lembrando que esses dados são apenas demonstrativos de
máquinas registradas, assim sendo, a estatística mais razoável
pode estar equivocada e o número real ser radicalmente mais inflado.
Linux é que nem SUS, muita gente usa e não sabe!
Eu trabalhei alguns anos como jornalista para determinados
departamentos do Ministério da Saúde ,em Brasília, e aprendi que
todos nós somos usuários do Sistema Único de Saúde, quer você
goste ou não.
Não vou me ater a esta
reflexão agora ,da forma devida e adequada, porque não tem
relevância para esta postagem. A analogia é a seguinte: mesmo que
você possua qualquer convênio, e diga que nunca foi a um hospital
público, caso seja acometido de qualquer desgraça em via pública
será encaminhado para um hospital da rede conveniada . Rico, pobre,
miserável, tropeçou na rua, estava sozinho, bateu a cabeça e teve
um piripaque, vai para o SUS e sem susto!
A menos que você tenha
importado ,ilegalmente, seus medicamentos, caso você tenha tomado um
remédio para dor de cabeça agora ou há minutos atrás, porque já
estava cansado de ler um texto tão grande, pode adivinhar quem o
teria liberado? Terá sido o Bradesco Saúde, Golden Cross,
Sul-América, Unimed? Não! Foi a Anvisa,que é SUS!
Então,
você está louco por aquele Smart Phone
que usa Android, não
é? Mas é nem imagina que ele foi desenvolvido pelo Google tendo
como base o Kernel do
Linux. Se você for cliente do Banco do Brasil,pode não saber, mais
os caixas automáticos mais rápidos rodam com uma versão do pinguim.
Quer mais? Você adora viajar e
,antes de pôr a mochila nas costas, gosta de verificar os mapas do
Google Maps ou desfrutar da tecnologia que o Google Earth
disponibiliza, deslumbrado ? Pois é,
segundo informações de imprensa especializada, eles usam Ubuntu
para isso. Faz compras em grandes cadeias de supermercados? Adivinhe
quem gerencia a rede de computadores, quem é o servidor? Não vou
responder! Cansei!
Votou em Dilma? Saiba que ela
usou o Ubuntu Linux para construir e alimentar seu blog na campanha
presidencial.
Instalar
Sistema Operacional não é o mesmo que instalar geladeira e fogão!
Há muitas ocasiões na vida em
que é importantíssimo mudar e muitas pessoas não sabem fazem isso
de uma forma menos traumática ,pois simplesmente não se preparam
para intercambiar rotinas e procedimentos.
Quantas pessoas lêem manuais de
instruções antes de usar seus produtos? Quantas? Pois é, mudanças
exigem preparo, o mínimo possível, leitura e adaptação.
Àqueles que pensam, sendo
bastante sincero, que irão mudar de SO e vão continuar numa cópia
do Windows estão redondamente enganados.
Supondo que seu chefe determine
que ,a partir do dia tal, que todos os computadores de sua empresa
operarão com Ubuntu e você deve se adaptar. O que fazer? Pensando
nisso, muitas distribuições Linux oferecem os “Live CDs”
para que você possa prová-las sem que tenha que instalá-las.
É muito fácil testar!
Descarregue a distribuição que você queira em “Live Cd”,
ponha o disco no computador e solicite seu reinício a partir da
mídia inserida. Sua máquina vai demorar alguns minutos reconhecendo
os periféricos e hardwares do PC e, em seguida, iniciará tal qual à
moda padrão da distro escolhida.
Experimente à vontade
,escreva, teste os equipamentos agregados ao computador e se são
compatíveis com o SO visitante.
Importante!
Dona
Maria, Seu João, instalar sistema operacional não é a mesma coisa
que ligar a geladeira e enchê-la de suprimentos e esperar que os
resfrie. Não é isso! Aconselho de forma enfática que peça
auxílio neste momento.
Existem duas possibilidades
quando se instala um SO novo. Três, especificamente, no caso do
Ubuntu!
A primeira delas é facílima e
prática. Caso tenha gostado do que provou, insira o CD ou DVD, se
este for o caso, e solicite a instalação usando todo o Hard Disk
(HD) de sua máquina. O
computador apagará todo o conteúdo antigo, todo mesmo, e seguirá
sozinho executando os processos de instalação.
De quando em vez, ele
solicitará que você insira algumas informações, como senha e
padrão horário, por exemplo. Finalizada a instalação, reinicie-o
e está pronto para usar.
A segunda forma não é tão
simples! A depender da distribuição, pode ser complicado mesmo!
Esta opção é a que você, divide o HD e se lhe permite usar
quantas partições suportar, e nelas instalar o que quiser. É aqui
que você opta por instalar o Ubuntu ao lado do Windows. Neste caso,
a escolha do SO é feita ao iniciar seu terminal.
A
terceira via, especificamente para o Ubuntu, é instalá-lo como se
fosse um programa executável, dentro do próprio Windows. Este
padrão é chamado de Wubi.
É fácil, prático, mas, contrariando algumas informações
divulgadas, seu funcionamento não tem o mesmo rendimento e
eficiência tendo como base as instalações limpas.
Eu
desconheço a existência da possibilidade semelhante ao Wubi
para outras distribuições Linux. Sei que isso é possível no
Ubuntu e Kubuntu.
O
Ubuntu e a inclusão digital no Brasil
O Brasil, segundo aqueles
indicadores citados acima, representa quase 6% dos usurários do
Linux no planeta e esse número pode ser muito maior. Há demanda
para isso e ela é solenemente ignorada.
Se cada computador novo viesse
com uma versão digna de Linux, como o Ubuntu, ao invés daquela
lixaria ineficiente e mal-acabada que denigre a imagem do pinguim,
talvez o número de adesões--de clientes que mantivessem seus
computadores do jeito que vieram de fábrica--fosse muito maior.
Esses dados são imensuráveis,
não há como precisá-los, só nos resta aceitar estatísticas vagas
e especular sobre os números.
O fato é que o potencial por
aqui é enorme. Numa população de quase 200 milhões de pessoas, as
vendas de computadores aumentam dia a dia e uma
fatia gigantesca de clientes está comprando seus primeiros
computadores agora. Favorecendo mais este quadro, uma parcela
significativa de máquinas de mesa e portáteis são vendidas com
software livre embarcado.
O
Ubuntu nasceu e está pronto para isso! Ubuntu, em Zulu
e
Xhosa,
línguas da família bantu, faladas na África do Sul, pode ser
traduzido, segundo a própria Canonical, como “um
ser só é um ser, através de outros” ou ainda “humanidade para
com os outros" e mais “a crença no compartilhamento que
conecta toda a humanidade". As duas últimas acepções são
traduções livres que eu retirei da Wikipédia.
Eu
estive na África do Sul para estudar, e uma das primeiras coisas que
perguntei a duas amigas Zulu foi o que era a filosofia Ubuntu. Elas
tentaram explicar da melhor forma possível e eu ,absurdamente,
entendi à moda dos três mosqueteiros: um por todos e todos por um!
Risos.
Todas
as acepções, grosso
modo,estão
corretas, inclusive a minha!
Cooperação,irmandade,união,
solidariedade, altruísmo. Quantos outros substantivos mais eu
poderia encontrar
para definir o espírito da comunidade Ubuntu? Camarada, caso decida experimentá-lo, não
tenha medo e esteja certo que um mar de pessoas estará disposto a
ajudá-lo.
Eu
não quero puxar a sardinha para o bico do pinguim mas o tesouro do
Ubuntu é sua comunidade de usuários, gente boa que ajuda de graça,
sem interesse. Sou grato ao Fórum do Ubuntu Brasil, pelas incontáveis vezes que recorri a eles e fui carinhosamente atendido. O Fórum de discussões Ubuntu Brasil é uma fonte inesgotável de auxílio técnico e doação. Vale destacar o honroso trabalho de apoio técnico oferecido pelos sítios Planeta Ubuntu Brasil ,
Ubuntu Dicas e Ubuntued.
Aprendi
muito sobre Linux com esse povo, mas aprendi bem mais do que meros
detalhes técnicos de instalação ou desinstalação de programas.
Aprendi que se doar sem esperar nada em troca, ajudar a quem você
nem menos viu a face é uma verdade no mundo Linux.
Sabe
por que isso seria impossível nos mundos Mac e Windows? Porque a
filosofia que eles abraçam está em total desacordo com a do Linux.
Perfis de empresas e de usuários diametralmente distintos.
Eu
uso Ubuntu por escolha filosófica, porque ele é bom mesmo e porque
me desafia, não é porque não tenha dinheiro para comprar licença
do Windows ou uma máquina fashion
da
Apple. E assevero que esta realidade se repete em boa parte desses
milhões de usuários mundo afora.
Legítima
é a inclusão digital que se dá pelo norte da solidariedade e
cooperação, como acontece notadamente
com o Ubuntu.
Reitero
aqui que este texto é reflexo de observações pessoais. Não tenho
legitimidade técnica para escrever profundamente sobre informática,
portanto, observe, veja, avalie e tire suas próprias conclusões.
Sócrates
Bastos
Jornalista
DRT/BA 2180
*Todas as ilustrações desta postagem não são de minha autoria, foram retiradas da Internet.